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SOBRE A CLÍNICA

Por que "Clínica"?

O modelo de clínicas jurídicas surgiu nos Estados Unidos da América por meio de uma aproximação das ciências humanas às ciências biológicas, de onde a nomenclatura foi retirada, como uma adaptação do modelo das próprias clínicas médicas, mas para a prestação de serviços jurídicos.

 

Segundo o advogado e doutor em Direito pela PUC/SP, Felipe Chiarello de Souza Pinto, "as clínicas possuem o mesmo pressuposto da “prática jurídica”, que é ultrapassar o plano teórico enquanto ferramenta de ensino. Contudo, possui pressupostos mais complexos. A prática jurídica, em um primeiro momento, surge em um contexto de simulação. Escolas e disciplinas simulavam situações para-reais, em que Tício, Mévio, ou qualquer outro nome emblemático de personagens fictícios, engajam em relações ou situações-problema de baixa verticalidade e complexidade. Ao estudante cabia apontar uma ação ou tese aplicável dentro de um espaço de uma hora. E nada mais. A Clínica substitui Tício e Mévio por pessoas de carne e osso, com contextos e colorações complexas. É o mundo real que bate à porta do estudante, no ambiente controlado e acolhedor da Universidade. O estudante está junto de seu professor, resolvendo a complexidade da vida. Sentindo as angústias verdadeiras do mundo em cores e o potencial transformador do conhecimento bem aplicado, cumprindo, igualmente, a função social da Universidade."

A Clínica de Direito e Arte da Universidade Federal do Paraná

A Clínica iniciou suas atividades no segundo semestre 2017, como um Projeto de Extensão do curso de Direito da Universidade Federal do Paraná, sob coordenação do Professor Dr. Marcelo Miguel Conrado e da Professora Dra. Angela Cassa Costaldello, e é hoje, além de um Projeto de Extensão Universitária, um Grupo de Pesquisa certificado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

 

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